2 de outubro de 2017

U.D.O. - FACELESS WORLD (1990)


Faceless World é o terceiro álbum de estúdio da banda alemã chamada UDO. Seu lançamento oficial aconteceu em 25 de fevereiro de 1990, através da gravadora RCA Records. As gravações ocorreram entre outubro de 1989 e janeiro do ano seguinte no Dierks Studios, em Colônia, na Alemanha. A produção ficou por conta de Stefan Kaufmann.

A banda U.D.O. é, na realidade, a forma que o vocalista Udo Dirkschneider encontrou para dar prosseguimento à sua carreira musical após deixar a mítica banda alemã chamada Accept. O RAC vai voltar alguns anos no tempo para contar como o grupo surgiu.



Russian Roulette

Em 21 de abril de 1986, o Accept lançava seu sétimo álbum de estúdio, Russian Roulette.

O Accept estava infeliz com o resultado final de seu disco anterior, Metal Heart, com uma produção mais polida e uma sonoridade um tanto quanto mais comercial.

Russian Roulette traz o grupo alemão retomando suas origens, com uma musicalidade mais pesada e sombria, além de uma produção mais crua.

O álbum traz algumas boas canções do conjunto como “T.V. War”, “Russian Roulette” e “It's Hard to Find a Way”.

O disco acabou alcançando a quinta colocação da principal parada de sucessos da Alemanha, conquistando a 9ª posição na sua correspondente da Suécia. Em termos das principais paradas do mundo, a norte-americana e a britânica, ficou com os 114º e 80º lugares; respectivamente.

Udo Dirkschneider

Udo deixa o Accept

Já mesmo antes do Accept lançar Russian Roulette, o grupo enfrentava alguns problemas de relacionamento, especialmente entre o vocalista Udo Dirkschneider e o restante do conjunto.

Após a turnê que divulgou o supracitado disco, Dirkschneider e a banda entram em acordo e o vocalista parte para uma carreira-solo.

Reforçando a decisão em comum acordo, o Accept auxilia seu ex-vocalista, compondo todo o material para o primeiro disco da nova empreitada de Udo Dirkschneider.

Animal House

Animal House é o álbum de estreia da carreira-solo de Udo Dirkschneider e que saiu sob o apelido de U.D.O.

Todas as faixas foram creditadas ao Accept e a Deaffy, na verdade o apelido de Gaby Hoffmann, a manager do Accept.

Para a gravação do disco, o U.D.O. era composto pelo vocalista Udo Dirkschneider, os guitarristas Mathias Dieth e Peter Szigeti, o baixista Frank Rittel e o baterista Thomas Franke.

O guitarrista Mathias Dieth era um músico experiente, tendo sido membro de bandas como o Sinner e o Gravestone. Já o baixista Frank Rittel era oriundo de outra lenda alemã, o Warlock.

Musicalmente, Animal House parte do exato momento em que o Accept havia parado, o Heavy/Power Metal que havia consagrado o grupo. Faixas como “Animal House”, “They Want War” e “Warrior” são provas disso.

As críticas foram normalmente positivas e o disco acabou alcançando a 41ª posição na principal parada de sucessos da Suécia.

Para a turnê de promoção do disco, o grupo foi formado por Udo, Dieth e Franke, os quais já haviam gravado o álbum. Além disso, o guitarrista Andy Susemihl (ex-Sinner) e o baixista Dieter Rubach foram trazidos para a turnê.

Dieter Rubach era um velho conhecido de Dirkschneider, pois havia permanecido no Accept entre 1970 e 1978.

A turnê começou no início de fevereiro de 1988 e o U.D.O. tocou na Hungria, Alemanha, Noruega, Dinamarca, Bélgica, Holanda, Reino Unido, França, Finlândia, EUA e Canadá.

O U.D.O. também chegou a tocar com nomes como Guns N' Roses, Lita Ford e Zodiac Mindwarp.

Mean Machine

Dieter Rubach permaneceu no U.D.O. apenas durante a turnê, saindo antes mesmo das gravações do segundo disco do grupo, Mean Machine, o qual foi lançado em janeiro de 1989 pela gravadora RCA Records.

O novo baixista escolhido foi Thomas Smuszynski, o qual, anos mais tarde, ingressaria no Running Wild. Thomas Franke também deixou o conjunto e seu substituo foi o baterista Stefan Schwarzmann.

Produzido por Mark Dodson, Mean Machine é o primeiro esforço de Udo para compor música sem seus ex-companheiros do Accept.

Ele assinou todas as composições, sendo auxiliado pelos guitarristas Mathias Dieth e Andy Susemihl.

O resultado final é outro disco de puro Heavy Metal, pesado e direto ao ponto, como atestam faixas do calibre de “Break the Rules”, “We're History” e “Lost Passion”.

Mathias Dieth e Udo

Faceless World

Após a turnê que promoveu Mean Machine, o grupo já começou a pensar no seu sucessor.

Entretanto, o U.D.O. sofreu uma nova baixa: o guitarrista Andy Susemihl deixou o grupo antes das gravações do vindouro disco. Mesmo assim recebeu créditos como compositor das faixas “System of Life”, “Living on a Frontline” e “Future Land”.

Para a produção, Dirkschneider optou pelo ex-baterista do Accept, Stefan Kaufmann. A capa é bem legal, com uma imagem de um olho cujo globo ocular mostra o mapa mundi. É obra da artista Ananda Kurt Pilz.

As gravações se deram no Dierks Studios entre outubro de 1989 e janeiro de 1990.

Vamos às faixas:

HEART OF GOLD

"Heart of Gold" começa com um Heavy Metal tradicional, mais cadenciado, mas sem abrir mão do peso e da intensidade. Chamam a atenção os teclados bem utilizados, dando uma atmosfera mais clássica à composição. Ótima presença do guitarrista Mathias Dieth.

A letra é sobre persistência:

Heart of gold - just like a diamond in the rough
He is dying for a touch from you
No more a bloody fool in this god damned town
Please be strong for just one time


Embora tenha sido lançada como single, não obteve maior repercussão em termos das principais paradas de sucesso.



BLITZ OF LIGHTNING

Outro bom riff de guitarra é a base de "Blitz of Lightning". A sonoridade da composição traz um Heavy Metal na linha tangente ao Hard Rock, de extremo bom gosto. O refrão é bem legal. Udo Dirkschneider opta por vocais mais contidos.

A letra é sobre renovação:

Hello world, here I am
Don't you fool me again
I'm like a blitz of lightning
So get outta my way
Every night and day
The lightning strikes again



SYSTEM OF LIFE

"System of Life" resgata, ao menos parcialmente, o que Udo Dirkschneider fez no Accept. Uma música pesada, direta e com altas doses de ferocidade. Ótimo trabalho do baterista Stefan Schwarzmann e do guitarrista Mathias Dieth.

A letra é uma mensagem de como a vida deveria ser encarada:

Following the lights you see like a rolling train
Yesterday is gone - tomorrow's in your hands
Something you've had is gone - don't wish it back
Let it go - don't run away - it's nothing you'll forget



FACELESS WORLD

A faixa-título mantém a pegada Heavy Metal, embora seja mais cadenciada. O ritmo é mais arrastado, mas Udo canta de maneira espetacular, criando um clima sombrio com sua perfeita interpretação. Excelente canção.

A letra é um pedido para que as pessoas sejam fortes:

See the stars and see the rainbows - open your eyes
Don't turn away - you're all you've got
In a faceless world
You can run - but you can't hide
It's yourself who waits for you inside

“Faceless World” também foi um dos principais singles para promover o álbum de mesmo nome. Entretanto, não obteve maior repercussão em termos das principais paradas de sucesso.



STRANGER

"Stranger" possui um ritmo bem legal, com uma melodia interessante e ótimo trabalho do guitarrista Dieth e teclados novamente preponderantes. Embora simples, é uma faixa que funciona perfeitamente, mantendo o bom nível do disco.

A letra é uma mensagem para se seguir em frente:

So turn around leave your feelings behind
Just calm down keep the devil inside
It's like a stone lying in your head
You never know - this time it could be real



RESTRICTED AREA

"Restricted Area" flerta levemente com o Power Metal, utilizando seu sentido de urgência, um andamento veloz e ótimos trabalhos do baixista Thomas Smuszynski e do baterista Stefan Schwarzmann. O solo do guitarrista Dieth é bem legal.

A letra possui um tom misterioso:

Your brain's been mesmerized
And in your mind this place is full of steel,
so full of steel
So shift to overdrive
Crash away the gang with the men from another space



LIVING ON A FRONTLINE

Também na fronteira entre o Hard e o Heavy, "Living on a Frontline" tem um ritmo mais cadenciado, conta com um refrão que funciona muito bem e abusa do ótimo trabalho do guitarrista Dieth. A atuação perfeita de Udo nos vocais tornam a faixa ainda mais divertida.

A letra é uma metáfora da vida comparada à guerra:

Do or die - you'll always be on the run
Like a soldier in time - rain or shine
Aces high - you'd better be on the ball
Don't move outta the way - stand for what you've gotta say



TRIP TO NOWHERE

"Trip to Nowhere" possui uma pegada incontestavelmente oitentista, flertando levemente com o AOR, contando com um teclado imponente ao fundo da canção. Os vocais de Udo continuam funcionando. Música interessante.

A letra fala sobre um passado sombrio:

Why am I here now
And what can I do
You tell me you're sorry
You know it ain't true



BORN TO RUN

"Born to Run" retoma o Heavy Metal em estado puro: um riff forte e pesado e a seção rítmica em abordagem frenética. Com o aumento da velocidade, a composição vai direta ao ponto, sem maiores variações.

A letra é uma mensagem para se manter o foco:

You're born to run
So take it from the start
You know you're born to run
Don't waste your time and realize that you're
You're born to run
Tomorrow's here today
'Cause you're the number one
You're leading the way



CAN'T GET ENOUGH

"Can't Get Enough" mantém o ritmo em alta rotação, com uma abordagem metálica típica. Forte, intensa e rápida, a música abusa do peso com a seção rítmica funcionando perfeitamente e a guitarra de Dieth muito presente.

A letra é sobre desejo:

And I just keep going
Forget these boring times
And I'm hungry for desire
No way to live in a line



UNSPOKEN WORDS

Já "Unspoken Words" quebra completamente o ritmo intenso e pesado do disco, retomando uma tradição de Udo no Accept, isto é, a presença de uma balada. Embora tenha um ritmo arrastado, a guitarra de Dieth funciona de modo exemplar e Udo canta espetacularmente. Grande faixa!

A letra demonstra um sentido de arrependimento:

Unspoken words - so many unspoken words
They cannot lie to me anymore
Unspoken words - words so full of meaning
They cannot lie, they're from inside
Unspoken words



FUTURE LAND

A décima-segunda - e última - música de Faceless World é "Future Land". O Heavy Metal tradicional continua em alta no trabalho, com uma canção que possui cadencia, mas também peso, ambos em doses perfeitas. Os vocais de Udo seguem sua habitual competência. Um bom encerramento para o álbum. 

A letra contém uma espécie de revelação:

It's a nightmare leading out of the dark
Tears running out of my eyes
Wake up and bring the truth into your life
I can't stand it anymore



Considerações Finais

Faceless World foi o álbum de maior sucesso comercial da banda U.D.O. até então.

Em termos de paradas de sucesso, conquistou a 52ª posição na principal parada alemã de discos, alcançando a 37ª colocação na sua correspondente sueca. Mesmo assim, o disco não repercutiu em termos das principais paradas de álbuns, a britânica e a norte-americana.

O guitarrista Wolla Böhm foi contratado para o lugar de Andy Susemihl, mas é apenas creditado e retratado como membro no álbum, tendo tocado com a banda no videoclipe de “Heart of Gold”.

Todo o trabalho de guitarra em Faceless World foi feito pelo guitarrista Mathias Dieth.

A crítica musical contemporânea tem Faceless World em boa conta. A revista alemã Rock Hard dá ao trabalho uma nota 8 de um total máximo de 10.

Já Alex Henderson, do site musical AllMusic, dá ao álbum uma nota 3 de um máximo de 5 possível. E atesta: “Embora não tão forte como seu trabalho com o Accept, Faceless World é um álbum decente que às vezes emprega imagens ligeiramente góticas. Não se contentando em simplesmente aumentar o volume e nos acertar com acordes de poder, Dirkschneider e amigos fazem da melodia uma prioridade em (faixas) “System of Life”, “Stranger”, “Blitz of Lightning” e outras músicas deste exuberante CD".

Depois de uma bem-sucedida turnê, a U.D.O. lançaria seu quarto álbum de estúdio, Timebomb, em 13 de abril de 1991.



Formação:
Udo Dirkschneider - Vocal
Mathias Dieth - Guitarras, Backing Vocals
Thomas Smuszynski - Baixo
Stefan Schwarzmann - Bateria

Faixas:
01. Heart of Gold (Dirkschneider/Dieth/Kaufmann) - 5:00
02. Blitz of Lightning (Dirkschneider/Dieth/Kaufmann) - 4:23
03. System of Life (Dirkschneider/Kaufmann/Dieth/Susemihl) - 4:12
04. Faceless World (Dirkschneider/Dieth/Kaufmann) - 6:31
05. Stranger (Dirkschneider/Dieth/Kaufmann) - 5:15
06. Restricted Area (Dirkschneider/Dieth/Kaufmann) - 3:09
07. Living on a Frontline (Dirkschneider/Kaufmann/Dieth/Susemihl) - 4:19
08. Trip to Nowhere (Dirkschneider/Dieth/Kaufmann) - 3:22
09. Born to Run (Dirkschneider/Dieth/Kaufmann) - 3:26
10. Can't Get Enough (Dirkschneider/Dieth/Kaufmann) - 3:22
11. Unspoken Words (Dirkschneider/Dieth/Kaufmann) - 5:13
12. Future Land (Dirkschneider/Kaufmann/Dieth/Susemihl) - 5:13

Letras:
Para o conteúdo completo das letras, recomenda-se o acesso a: https://www.letras.mus.br/udo/

Opinião do Blog:
Udo Dirkschneider já era um nome consagrado em 1990, obviamente, por conta de seu trabalho como frontman de uma das mais emblemáticas bandas do Heavy Metal mundial: o Accept. Mas, neste post, o RAC vai abordar um momento diferente deste mítico vocalista.

Ao deixar o Accept e embarcar em seu projeto solo, a banda U.D.O., Dirkschneider demonstrou que gostaria de continuar abraçado ao Heavy Metal. Sua discografia neste grupo demonstra isto claramente.

Faceless World é essencialmente um disco de Heavy Metal tradicional, pesado, mas sem abrir mão da melodia em nenhum momento. Há passagens em que a musicalidade flerta com o Hard Rock ou com o Power Metal, mas, fundamentalmente, o Metal padrão é o 'arroz com feijão' do trabalho.

Dirkschneider é o maior destaque individual do álbum, obviamente. Udo canta de maneira primorosa, lembrando seus melhores momentos no Accept, variando entre abordagens mais contidas com outras mais agressivas.

Mas o vocalista está acompanhado por músicos competentes e os quais cuidam muito bem da parte instrumental. A seção rítmica formada pelo baixista Thomas Smuszynski e pelo baterista Stefan Schwarzmann são responsáveis por darem bastante peso nas canções e permitirem que o guitarrista Mathias Dieth brilhe com seus bons solos.

As letras também funcionam bem e merecem uma olhadela.

Faceless World, conforme a maioria dos álbuns lançados nos primeiros anos da década de 90, se possui um pecado, é ter uma extensão além do necessário. Mesmo que não possua músicas ruins, algumas faixas poderiam ser limadas sem maiores remorsos. Mas nada que prejudique uma audição que flui prazeirosamente.

A pesadíssima "Heart of Gold" é uma das canções preferidas do site na carreira de Udo. A poderosa faixa-título, "Faceless World" e a ótima "Living in a Frontline" também são faixas marcantes.

"Unspoken Words" é uma boa balada, resgatando uma tradição de Dirkschneider no Accept. Mas o Blog escolhe a melódica e impactante "System of Life" como a melhor de Faceless World.

Enfim, para fãs de Heavy Metal e, mais especificamente, do Accept, o projeto solo de Udo Dirkschneider - na forma da banda U.D.O. - é obrigatório ser conhecido. Faceless World é um de seus melhores discos, repleto de canções pesadas e impactantes e que vai agradar em cheio aos fãs deste vocalista tão talentoso e carismático. Álbum bem recomendado pelo RAC

3 comentários:

  1. Grande surpresa o fato de um dos grandes discos da carreira solo do baixinho Udo Dirkschneider aparecer aqui no blog, afinal de contas, o cara é sem dúvida um dos meus muitos vocalistas favoritos do heavy metal, juntamente com Rob Halford, Bruce Dickinson, Ronnie James Dio, Ozzy Osbourne, dentre outros. Antes disso acontecer, nosso pequeno grande mestre do metal já era conhecido por seu trabalho á frente da minha banda favorita (e a melhor) da Alemanha: o Accept.

    Udo caiu fora do Accept após o capítulo que envolvia o álbum Russian Roulette, de 1986, e resolveu apostar numa carreira solo de êxito, que é onde está até hoje e da qual ainda não cheguei a ouvir nenhum de seus álbuns históricos. Prometo fazer isso já!

    Aproveito o embalo para sugerir uma análise de qualquer um dos quatro discos da nova fase que o Accept está vivendo desde 2010, com o vocalista Mark Tornillo, com destaque para Blind Rage (2014), conhecido como "o disco do touro bravo" e que é meu preferido da "Era Tornillo", tal como eu considero Metal Heart (1985) o melhor da "Era Udo" e meu favorito do Accept desde sempre.

    Aliás, eu acho uma pena o fato dos membros do Accept não terem gostado do resultado de Metal Heart, e o que eles fizeram em Russian Roulette foi um retorno digno de aplausos ao estilo musical de Restless and Wild (1982) e do queridinho dos fãs: Balls to the Wall (1984), que era o heavy metal tradidional mais agressivo desenvolvido pela banda. Tanto que eu considero Russian Roulette o último álbum realmente relevante lançado pelo Accept (tirando aqueles três fracos discos que o grupo fez nos anos 90 com a volta de Udo, que depois retornou pra sua carreira solo), antes de seu inacreditável retorno em 2010, com o já citado Mark Tornillo nos vocais.

    Enfim, parabéns ao "Boss" Daniel pela postagem de "Faceless World" e como eu disse, prometo dar uma ouvida neste e em outros álbuns solo do baixinho Udo e depois eu volto para contar o que eu achei deles.

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    1. Obrigado pelos elogios, meu caro Igor. Se você quer conhecer a carreira-solo do Udo recomendo fortemente começar por este Faceless World, pois o acho um trabalho bem interessante: Heavy Metal padrão, pesado e direto, que agrada fãs tradicionais do Accept.

      Anotei a sugestão do Accept com o Mark Tornillo. Ainda não a conheço tão bem assim, tenho apenas os cd's Blood of the Nations e Stalingrad. Ainda não ouvi o Blind Rage. Mas agradeço a sugestão e vou procurar me aprofundar na nova fase do Accept assim que possível. Abraço!

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    2. Tá certíssimo, meu caro! Abração pra você também!

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